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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Berço ou cama compartilhada?

Impressionante como a maternidade tem assuntos "polêmicos", né?
Um dos temas é sobre a tal cama compartilhada e o incrível é que todo mundo adooora dar palpite.

Tem gente que diz que se você acostumar seu filho na sua cama ele nunca mais dormirá no berço ou no quarto, tem gente que diz que o bebê é muito pequeno pra dormir em seu próprio quarto sozinho.

Na realidade eu acho que no ramo maternidade não existe receita certa e que em cada casa, por mais parecido que seja, há suas diferenças.

Eu confesso que sempre tive medo de acostumar minha filha na minha cama e perder minha intimidade com o Marido, acho que independente de mãe, sou mulher e tenho que manter minha vida amorosa em dia. Ok, ela só tem 2 meses e antes mesmo dela nascer eu já tinha esse medo haahhaahhaha.

Aqui em casa, de uma certa forma tudo aconteceu (pelo menos por enquanto) naturalmente. Chegamos da Maternidade e ela veio dormir em nosso quarto em seu carrinho, mas ela sempre foi grande e eu encasquetei que ela não gostava de dormir no carrinho porque ficava apertada demais, além de ser um transtorno e doloroso amamentá-la sentada na minha cama e trocá-la sem ser no trocador.

Com isso ela dormiu apenas 3 noites no meu quarto e depois já a coloquei pra dormir no berço no quarto dela.

Por incrível que pareça, ela dormiu melhor lá, porém, ela acordava a cada hora pra mamar e eu ficava esgotada, por isso dormi uns 5 dias na cama da babá que tem no quarto dela, mas o Marido reclamou que ele não queria dormir sozinho. Sim, meu bebezão ficou carente haahhahahahaha e eu voltei por meu quarto, mas Maria Clara continuou no seu bercinho.

Com o tempo, meu corpo se acostumou com a rotina de dormir pouco, acordar a cada hora pra amamentar e assim levamos e ela continuou dormindo lá.
O quarto dela é o cômodo mais aconchegante e quente da casa, fizemos com muito amor e carinho e eu sempre explico isso pra ela, acho que isso ajudou ela ficar bem no berço e no quarto dela.
Durante o dia, enquanto ela está acordada, ela fica bastante tempo brincando em seu berço dando altas risadas.
No quarto dela tem rádio e eu deixo tocando músicas relaxantes, sons de água, músicas infantis e etc.

Pra ajudar a mamãe aqui, na última mamada da madrugada, por volta das 6:00/6:30 ela vem pra cama comigo pra gente dormir até umas 10:00/11:00, mas lógico que neste meio tempo ela mama, mas pelo menos eu não preciso levantar.

Nos dias que fez muito frio aqui em São Paulo, eu fiquei com pena e preocupada dela passar frio e ela dormiu os 3 dias no meio de nós e confesso, foi mais cansativo pra mim, pois eu dormi toda torta e fiquei vigiando o Marido pra ele não ir pra cima dela rsrsrs.

Não sou contra a cama compartilhada, por aqui eu preferi acordar, ir até o quarto dela e amamentá-la na poltrona, trocá-la em seu trocador aonde tem tudo fácil e deixá-la dormir com espaço em seu berço. Eu acredito que ela gosta, pois não chora e já dorme mais de 1 hora seguida.

E por aí? Vocês aderiram a cama compartilhada?
Como é/foi a experiência de vocês?

Beijos


Fonte: Google







terça-feira, 14 de agosto de 2012

A escolha da Maternidade: Pós e Contras

Desde quando comecei a planejar minha gravidez, já tinha minha maternidade preferida na cabeça e logo na primeira consulta de pré natal conversei com meu médico sobre minha escolha.
Ele concordou e disse que atualmente a Maternidade Pro Matre era a melhor e referência em Partos.
Quando estava com quase 8 meses, fui fazer a visita e conhecer todas as instalações e minha escolha continuou a mesma.
Tive alguns sustos na gravidez e fui no Pronto Atendimento da Pro Matre e sempre fui bem atendida, o que me fez não mudar de ideia de onde realizar meu parto.

Ok, escolha feita, cesárea agendada e chegou o dia do parto.
Desde minha chegada na Maternidade fui muito bem atendida, mesmo chegando na troca de plantão.
Cheguei, fui na recepção entregar os papéis, depois fui encaminhada para a sala de admissão para chegar pressão, temperatura, batimentos cardíacos da Baby, fui para o meu quarto e de lá fui encaminhada já na maca para o centro cirúrgico.

A técnica de enfermagem que me acompanhou durante o parto foi um amor, muito calma, profissional, conversou comigo o tempo todo me explicando o que seria feito.
Escolhi o Espaço Vida, pois assim meus familiares poderiam ver algumas partes do parto, o que no final das contas acabaram vendo o parto inteiro e eu lá de dentro da sala via os rostos emocionados.
A equipe médica era do meu médico e também todos foram excepcionais.

Não tenho o que falar das equipes de enfermagem que cuidaram de mim, todas foram muito solicitas, agradáveis e me trataram muito bem.
Em relação a equipe de enfermagem do berçário, também não tenho muito o que falar. Maria Clara ficou a maior parte do tempo no quarto comigo e quando precisava que ela fosse pro berçário, elas vinham buscá-la.
O que senti falta da equipe do berçário foi a falta de explicação sobre amamentação, troca de fraldas. Isso eu não tive.
A única explicação que tive foi como dar o banho na bebê, sendo que o banho no primeiro dia foi dado no quarto ao meu lado.
Quem acabou me explicando muito por cima sobre amamentação foi uma técnica de enfermagem que teoricamente estava ali pra cuidar de mim e não fazia parte da equipe do berçário.

Outro ponto que achei muito ruim, foi a equipe de nutrição. Não tenho o que falar do serviço de Copa e das refeições servidas, porém, acredito que independente de ser só Maternidade, as refeições além de saborosas e bem apresentadas, deveriam ser balanceadas e de acordo com o que devemos comer enquanto nos recuperamos de uma cirurgia e principalmente no caso de parto, enquanto amamentamos.
Senti falta de orientação de alta com a Nutricionista, aonde a profissional deveria me dar dicas e me orientar em como deveria ser minha alimentação agora.

Achei muito desorganizada a forma como eles me deram alta e praticamente não fui orientada em nada, apenas recebi um papel com alguns tópicos, mas nada aprofundado.

Tive alguns problemas com amamentação já em casa e tentei inutilmente ajuda e auxilio via telefone com a Pro Matre, mesmo estando escrito no papel de orientação de alta que qualquer problema que eu tivesse, eles estariam sempre ali pra me auxiliarem.

Resumindo: Fui muito bem tratada, atendida, porém, em minha concepção, uma Maternidade Modelo deveria prestar mais atenção em alguns pontos fundamentais na fase pós parto, como a amamentação.

E com vocês?
Como foi na Maternidade que escolheram?
beijos


quarta-feira, 25 de abril de 2012

A escolha da Maternidade e suas surpresas!

Quase no terceiro e último trimestre da gestação, hoje fui conhecer umas da opções de Maternidade que quero fazer meu parto.

Liguei na Maternidade, marquei dia e hora e lá fui eu toda feliz conhecer todos os detalhes de uma Maternidade que sempre sonhei em ter minha Baby.

Cheguei, recebi o material impresso, vi o vídeo explicativo e fomos conhecer as instalações do local.
A profissional responsável pelo "tour" foi um amor, nos explicou tudo corretamente e respondeu a todas as perguntas. A única coisa ruim é que não podemos ver nenhum do quartos.
Até aí tudo bem, tudo tranquilo. A Maternidade tem tudo que a mulher e o bebê precisa, aparelhos, equipe, acomodações, enfim, tudo o que é realmente necessário.

Eu, mãe de primeira viagem, sem experiência ou "malícia" na área e sem muitas referências atuais, fiquei surpresa, pra não dizer meio espantada com alguns valores, taxas de serviços e afins, alguns opcionais outros não e outros nem sei o quanto são  importantes serem realizados.

Quando parei pra analisar os valores relacionados a fotos e filmagens, quase caí pra trás. Lógico, este é um serviço opcional e nada vinculado com a saúde do bebê, porém, quem não quer fotos e mais fotos de sua cria?
Ainda mais em um momento emocionante como este??
Esse foi um ponto que deixei pra eu e o Marido decidirmos mais pra frente.

Já pensando nos serviços (nomeados) como opcionais estão o Exame do Pezinho Ampliado e Exame do Pezinho Avançado, o que é "grátis" pela Maternidade, na realidade é o que está "incluso" no convênio é o Básico.
 Mas existe a necessidade de se fazer o Avançado? É fundamental? Se é tão fundamental, porque não é um serviço "incluso" ou coberto pelo convênio?
Vou pesquisar melhor sobre esses exames e suas diferenças pra aí sim poder ter opinião e escolher corretamente.

O ponto que mais me deixou "brava" foi em relação ao anestesista.
Semana passada, liguei no convênio e tirei algumas dúvidas sobre a cobertura do plano. Fiquei tranquila e aliviada, pois TUDO está incluso no meu plano, desde que eu escolha uma Maternidade conveniada. Porém, hoje na visita eu descobri que o anestesista é terceirizado e que eu preciso entrar em contato com o mesmo  e ver se ele aceita meu convênio.
Mas vem cá: A Maternidade não é conveniada? Anestesia não faz parte do procedimento?

Enfim, hoje percebi que preciso estar preparada pra várias surpresas ao longo da minha gestação.
Precisamos tomar muito cuidado, porque a gravidez de uma forma geral é um momento muito emotivo e se não pensarmos acabamos fazendo tudo o que nos dizem ser melhor e muitas vezes não é essencial.
Uma coisa é luxo outra é saúde, é nisso que sempre precisamos nos apegar pra não nos arrependermos nos futuro ou quando fazermos nossas contas.

Em resumo, depois da visita pela Maternidade, terei que entrar em contato com meu convênio novamente pra ver o que realmente tenho direito ou não, porque quero evitar surpresas na auta - hospitalar.
É .... mais coisas que eu e Marido teremos que resolver rsrsrs.
Beijos

sábado, 21 de abril de 2012

Gravidez, maternidade e a união das Mamães

O “mundo” da maternidade é algo novo pra mim, faço parte deste grupo há 26, quase 27 semanas e fico impressionada como algumas mães se unem e são solicitas.

Assim que anunciei minha gravidez, amigas distantes se prontificaram a me ajudar com dicas sobre a gestação, fornecedores pra decoração do quarto. Meus clientes então, me passaram uma lista de quando tinha descontos nas lojas de moda infantil, roteiro de viagem pra Miami.

Mudei totalmente minha preferência de quem seguir no twitter e comecei a ir atrás de blogs sobre maternidade, mães, empresas do segmento e lá também tive apoio e orientações de algumas mães, mesmo elas vivendo a tal loucura da maternidade.

No facebook, participo de um grupo de Mamães onde praticamente todas tiveram seus bebês há quatro meses e mesmo na correria sempre me ajudaram e estiveram dispostas a me ajudar, respondendo minhas trocentas dúvidas sobre como fazer a lista de chá de bebê, qual a melhor fralda, qual melhor shampoo, bebê usa isso? Bebê usa aquilo? E mesmo com as incansáveis mamadas, sempre fui acolhida.

Em meio a tanta competição feminina, pelo menos em algum momento nós, mulheres guardamos nossas “armas” e simplesmente nos unimos pra ajudarmos uma as outras.
As dúvidas sobre febre, reação da vacina, introdução à alimentação, primeiro dia do berçário, volta ao trabalho parece ficar mais fáceis.
No meu caso ainda são as dúvidas sobre cãibra, azia, enjoo, enxoval, chá de bebê e outras coisinhas da gestação, mas nem por isso existe descaso.

Fico feliz em ver toda essa união, pois é uma fase que temos muitas dúvidas e nada melhor do que tirá-las com quem a está vivendo e vive a realidade sem medo de dividi-la, não faz da realidade só o conto de fadas.
Ser mãe ou estar grávida é algo maravilhoso e divino, mas também tem o lado “chatinho” da coisa e não vejo problema em ser exposto. 
Por mais encantador que seja, nada é perfeito e também temos nossos dias ruins, não é mesmo?

Beijos





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Ilustração por Re Vitrola